ISTO TUDO SIGNIFICA O QUE PENSAMOS AS FORMAS E PENSAMENTOS E O QUE FORMA AS PARTÍCULAS DO UNIVERSO : DEVEMOS CUIDAR DO QUE PENSAMOS, FALAMOS E DE NOSSAS AÇÕES.
O caos que vivemos hj são em virtudes de nossas formas pensamentos de Eons no Planeta Terra - vamos cuidar de nossas formas pensamentos, ações e palavras - voltados para a luz - para construirmos o novo mundo a NOVA ERA.
CONVIDO-OS AMADOS HUMANINHOS SERES ESTELARES A SEREM O SER DE LUZ QUE VIERAM SER!!
Na física quântica, o termo "observador" refere-se a qualquer instrumento de medição ou interação física com o ambiente, e não à presença de uma mente consciente ou de um ser humano.
A relação entre este experimento e a consciência é um dos maiores mal-entendidos da ciência popular, frequentemente utilizado por correntes místicas para justificar o poder do pensamento sobre a matéria.
Na física quântica, o termo "observador" refere-se a qualquer instrumento de medição ou interação física com o ambiente, e não à presença de uma mente consciente ou de um ser humano.
A relação entre este experimento e a consciência é um dos maiores mal-entendidos da ciência popular, frequentemente utilizado por correntes místicas para justificar o poder do pensamento sobre a matéria.
O Experimento Clássico
O experimento da dupla fenda demonstra a dualidade onda-partícula da matéria:
- Sem medição: Quando partículas (como elétrons ou fótons) são disparadas contra duas fendas sem que ninguém as meça, elas se comportam como ondas e criam um padrão de interferência na tela ao fundo.
- Com medição: Quando os cientistas colocam um detector para descobrir por qual fenda a partícula passou, o comportamento muda.
- Elas passam a agir como partículas, destruindo o padrão de onda e criando apenas duas linhas verticais.
O "Efeito do Observador" vs. Consciência
A confusão com a consciência surge do nome dado a esse fenômeno:
o Efeito do Observador.
Para a física, "observar" significa interagir.
Interferência Física: Para detectar por qual fenda um elétron passou, o detector precisa interagir fisicamente com ele (por exemplo, disparando um fóton de luz).
Colapso da Função de Onda: É essa colisão física inevitável entre o detector e a partícula que altera o estado do sistema, causando o chamado "colapso da função de onda".
Independência da Mente: Se o detector registrar os dados e o cientista fechar os olhos ou sair da sala, o padrão de partícula continuará lá. A mente humana não influencia o resultado.
De onde surgiu a ideia da consciência?
Nos primórdios da mecânica quântica, na década de 1930, físicos renomados como Eugene Wigner e John von Neumann especularam filosoficamente se a consciência humana poderia ter um papel no colapso quântico.
No entanto, com o avanço da física e a formulação da teoria da Decoerência Quântica, a ciência moderna demonstrou que qualquer interação com o ambiente macroscópico (como moléculas de ar ou o próprio detector) é suficiente para destruir o comportamento de onda, eliminando a necessidade de uma mente consciente no processo.
A decoerência quântica é o mecanismo físico que explica por que os objetos do nosso dia a dia não se comportam de forma "estranha" como as partículas quânticas. Ela descreve como o ambiente macroscópico destrói as propriedades quânticas (como a superposição) sem a necessidade de um observador consciente.
O que é a "Coerência" Quântica?
Para entender a de-coerência, primeiro precisamos saber o que é a coerência.
- Na física quântica, uma partícula isolada pode existir em uma superposição de estados (como passar por duas fendas ao mesmo tempo).
- Enquanto essa partícula mantiver suas propriedades de onda e suas fases alinhadas, dizemos que ela está em um estado coerente.
Como o Ambiente Destrói esse Estado?
No mundo subatômico, manter o isolamento é fácil. Mas no mundo macroscópico, o isolamento é praticamente impossível.
Uma partícula quântica está constantemente cercada por fótons de luz, moléculas de ar e poeira.
Vazamento de Informação: Quando a partícula quântica colide com uma única molécula de ar, ela se funde com essa molécula em um estado chamado emaranhamento quântico.
A informação sobre o estado original da partícula "vaza" para o ambiente.
Efeito Dominó: Essa molécula de ar colide com outras trilhões de partículas ao redor. Em uma fração infinitesimal de segundo, a informação quântica original se espalha e se dilui no ambiente de forma irreversível.
Surgimento da Realidade Clássica: Esse processo destrói a fase da onda quântica. O sistema perde a capacidade de interferir consigo mesmo, transformando a superposição quântica de probabilidades em uma escolha clássica de "ou uma coisa, ou outra".
A Analogia da Gota de Tinta
Pense na coerência quântica como uma gota de tinta pura na ponta de uma caneta.
Ela está perfeitamente definida e concentrada.
A decoerência quântica é o que acontece quando você joga essa gota de tinta dentro de um oceano agitado (o ambiente).
A tinta se espalha tão rapidamente e se mistura de tal forma com os trilhões de moléculas de água que você nunca mais conseguirá vê-la como uma gota isolada.
Ela não desapareceu do universo, mas suas propriedades originais foram diluídas e "dissolvidas" no ambiente.
Por que isso elimina a necessidade da Consciência?
A teoria da decoerência, desenvolvida principalmente a partir da década de 1970 por físicos como H. Dieter Zeh e Wojciech Zurek, provou que o "colapso" percebido no experimento da dupla fenda acontece muito antes de qualquer ser humano olhar o resultado.
O próprio detector, feito de trilhões de átomos e conectado à rede elétrica, funciona como o "ambiente".
No milissegundo em que a partícula interage com o detector, a decoerência acontece. A realidade clássica se estabelece puramente por mecanismos físicos de colisão e dispersão de energia.
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